O homem que foi demitido por uma máquina

25jun2018-ibrahim-diallo-foi-demitido-sem-explicacoes-e-chegou-inclusive-a-ser-escoltado-por-segurancas-para-fora-da-empresa-1529933350686_615x300

Ibrahim Diallo ficou três semanas afastado do trabalho até descobrirem que a ordem de demissão havia sido dada por um novo sistema automatizado da empresa a partir de falha de ex-gerente na renovação do contrato.
Não foi a primeira vez que o meu cartão de identificação falhou, então eu só achei que estivesse na hora de trocá-lo.”

O que o desenvolvedor de softwares americano Ibrahim Diallo não imaginava era que a “falha no acesso” ao prédio da empresa, naquele dia, era só o primeiro de uma série de eventos que sinalizaria sua demissão do trabalho – decidida não por sua gerente, mas por uma máquina.

Ele detalhou a história em um blog e espera que ela sirva de alerta às empresas que dependem excessivamente da automação.

“A automação pode ser um trunfo, mas é preciso ter um jeito de os humanos assumirem o controle se a máquina cometer um erro”, escreveu.

A história de demissão protagonizada por ele começou a se anunciar quando o cartão de acesso que usava para entrar no prédio da empresa, em Los Angeles, falhou, e ele teve que recorrer ao segurança para autorizar sua entrada.

“Assim que cheguei ao meu andar, procurei minha gerente para avisá-la do que tinha acontecido. E ela prometeu providenciar um novo cartão imediatamente.”

Logo ele percebeu, no entanto, que havia sido desconectado do sistema de trabalho e um colega avisou que ao lado de seu nome estava indicada a palavra “Inativo”.

Mas seu dia ainda ficaria pior.

Depois do almoço – e de uma espera de 10 minutos para que um colega permitisse sua entrada de volta ao escritório – Diallo foi informado por sua recrutadora que ela tinha sido avisada, por e-mail, que seu contrato havia sido rescindido, mas que ela resolveria o problema.

No dia seguinte, porém, ele havia sido excluído de todos os sistemas “exceto de um computador que opera o sistema Linux”. E, depois do almoço, duas pessoas apareceram em sua mesa com ordens recebidas por e-mail para escoltá-lo para fora do prédio.

Não foi a primeira vez que o meu cartão de identificação falhou, então eu só achei que estivesse na hora de trocá-lo.”

O que o desenvolvedor de softwares americano Ibrahim Diallo não imaginava era que a “falha no acesso” ao prédio da empresa, naquele dia, era só o primeiro de uma série de eventos que sinalizaria sua demissão do trabalho – decidida não por sua gerente, mas por uma máquina.

Ele detalhou a história em um blog e espera que ela sirva de alerta às empresas que dependem excessivamente da automação.

“A automação pode ser um trunfo, mas é preciso ter um jeito de os humanos assumirem o controle se a máquina cometer um erro”, escreveu.

A história de demissão protagonizada por ele começou a se anunciar quando o cartão de acesso que usava para entrar no prédio da empresa, em Los Angeles, falhou, e ele teve que recorrer ao segurança para autorizar sua entrada.

“Assim que cheguei ao meu andar, procurei minha gerente para avisá-la do que tinha acontecido. E ela prometeu providenciar um novo cartão imediatamente.”

Logo ele percebeu, no entanto, que havia sido desconectado do sistema de trabalho e um colega avisou que ao lado de seu nome estava indicada a palavra “Inativo”.

Mas seu dia ainda ficaria pior.

Depois do almoço – e de uma espera de 10 minutos para que um colega permitisse sua entrada de volta ao escritório – Diallo foi informado por sua recrutadora que ela tinha sido avisada, por e-mail, que seu contrato havia sido rescindido, mas que ela resolveria o problema.

No dia seguinte, porém, ele havia sido excluído de todos os sistemas “exceto de um computador que opera o sistema Linux”. E, depois do almoço, duas pessoas apareceram em sua mesa com ordens recebidas por e-mail para escoltá-lo para fora do prédio.

Fonte: G1.com